Terça-feira, 13 de Julho de 2004
Actualidade terrorista
A administração Bush está a considerar seriamente o adiamento das eleições presidenciais do próximo dia 2 de Novembro no caso de, e prestem bem atenção, se se registarem atentados durante a votação ou imediatamente antes dela. Faz sentido. Começa a votação. Se houver atentado, pára tudo e não conta. Faz-se tudo no outro dia. Provavelmente, apanham logo com outro atentado. Isto continua até as pessoas que vão votar contra o Bush estarem todas no Hospital ou lá perto. Depois sim, haverá uma votação final representativa da vontade dos americanos.

Ariel Sharon relacionou o último atentado em Tel-aviv com a decisão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia que considerou ilegal a construção de um muro na Cisjordânia por parte do governo israelita. Não se pense que o muro é uma reedição do famoso Muro de Berlim. Sharon esclarece: “[o muro] representa apenas a construção de infraestruturas para a prática do desporto nacional. Como se sabe, somos peritos em destruir muros e casas, e esta construção não é mais que um simples campo de treino tendo em vista a participação nos próximos jogos olímpicos terroristas. É que há 40 anos que ficamos com a medalha de prata, atrás dos Estados Unidos que continuam a conquistar a de ouro. E este ano eles parecem-me muito fortes, uma vez que possuem um excelente campo de treino no Iraque. Vai daí, decidimos promover o desporto, mas o Tribunal Internacional não percebe isso.” Sharon acrescentou ainda que o muro possui uma ampla área para graffiti. Por último, refira-se que o líder israelita pretende dar continuidade a esta política de associação dos actos terroristas contra o Estado Judaicoa entidades completamente descabidas. Assim, depois do Tribunal Internacional de Haia, já está decidido o culpado dos próximos 12 atentados: o filme “A Paixão de Cristo”.




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