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Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Factos da vida #3

pedro, 27.01.07

 










A linha que separa o romantismo da depravação é muito ténue. Atente-se no exemplo prático. Se dissermos que a nossa namorada é uma bonequinha, as pessoas sorriem e chamam-nos românticos. Junte-se “insuflável” à equação e já somos depravados.

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