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Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Olhe que não, shô Doutor! Olhe que não...

Pedro e o Lobo*

pedro, 01.07.07

Após vinte e um dias – não sucessivos porque houve uma, e apenas uma, ocasião em que optei por ficar em casa a ver um filme de artes marciais, daqueles com legendas amarelas e caracteres muito esquisitos nos que são acentuados, em tronco nu e calças de pijama, ingerindo, no seguimento, diversas rodelas de banana cristalizada e pistácios que abria, mas só aqueles mesmo impossíveis, com um alicate que nem sabia que tinha, mas que acabou por me dar um jeito do caneco, o sacana – a colorir a minha entrada no café habitual com um “então diz que já encontraram a menina inglesa…”, hoje, domingo, e pela primeira vez no espaço temporal delimitado ali no primórdio deste parágrafo, ninguém me ligou nenhuma.

 

* versão “a cambada de deficientes que frequenta o mesmo café que eu”

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